Da Redação

Desde o início da pandemia do novo coronavírus em março de 2020, milhões de pessoas em todo o mundo perderam suas vidas. Estima-se que a Covid-19 já tenha ceifado a vida de 2,92 milhões de pessoas no planeta.

No Brasil o cenário é ainda mais preocupante, hoje é o epicentro mundial da doença, chegando muitas vezes a vitimar mais de 4 mil pessoas em um único dia. Para se ter uma ideia, o país já se aproxima das 350 mil mortes em decorrência da doença, os números aumentam de forma drástica a cada mês que a pandemia não é controlada.

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Apenas no mês de março de 2021, o Brasil registrou 57.228 mortes, 202 por cento a mais do que a média de mortes por câncer nos últimos 5 anos, que antes da Covid-19 era a primeira colocada nas causas de mortes no país que chega a matar mais de 18 mil pessoas em um único mês de acordo com o levantamento realizado pelo site Poder 360.

Partindo agora para os cenários locais, em Mato Grosso já morreram mais de 8,4 mil pessoas de acordo com os dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta sexta-feira (09). Apenas em 2021 foram registradas 3.607 óbitos em todo o estado, número que coloca Mato Grosso com uma taxa de 1,03 mortes por mil habitantes.

Sapezal também vem sofrendo com a pandemia, apesar de ser uma cidade pequena com pouco mais de 25 mil habitantes já foram registrados mais de 3 mil casos da doença e 37 mortes, a mais recente nesta sexta-feira, morte está que deverá entrar nos registros oficiais na próxima segunda-feira (12).

A cidade que finalizou 2020 com 22 óbitos, já registrou nos primeiros meses de 2021, 15 mortes em decorrência da pandemia. A primeira do ano foi confirmada no dia 20 de janeiro após meses sem nenhuma vítima fatal. 14 dias depois, no dia 04 de fevereiro a 24ª vítima foi confirmada.

Desde então os óbitos registrados nos boletins se tornaram comuns, apenas nos últimos 5 dias, foram registrados 5 óbitos pela doença, ou seja, um por dia.

De modo geral, não existe outra saída para se proteger da Covid-19 que não seja a prevenção, através da higienização constante das mãos, distanciamento social, fechamento parcial do comércio ou até mesmo um lockdown em medidas mais extremas e acima de tudo a vacinação, que é a única certeza que essa pandemia poderá ser controlada e evitar que mais pessoas morram.