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Da Redação
Um grupo de trabalhadoras que prestam serviço para a Prefeitura Municipal através da empresa MV Prestadora de Serviços procurou a imprensa local para fazer reivindicações a cerca do atraso salarial, do não recebimento do décimo terceiro salário e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) não estar sendo depositada pela empresa.
De acordo com as funcionarias, a empresa que pertence a Manoel Messias da Silva Filho, não pagou os salários que teriam vencido no dia 12 de janeiro, além disso, elas reclamam que a empresa não vem fazendo os depósitos do FGTS e que nem mesmo pagou o décimo terceiro salário.
A empresa tem um contrato coma Prefeitura Municipal para a prestação de serviços, está não é a primeira vez que funcionários da terceirizada procuram a imprensa para reclamar da falta de pagamento.
De acordo com o proprietário da empresa, a Prefeitura Municipal não teria pago integralmente o valor por conta das "burocracias de final de ano". "Eu dependo da Prefeitura, não é a Prefeitura que está negando o pagamento para mim. Porque assim, a Prefeitura paga pra mim no dia 10, só que agora em janeiro teve um atraso por conta das transações dos bancos, todo ano acontece isso ai." afirmou Messias a nossa equipe.
Em relação ao fato da Prefeitura Municipal já ter pago os vencimentos, Messias afirma que recebeu apenas de algumas secretarias e outras ainda aguarda o dinheiro cair na conta. "Falaram para a TV que já tinham me pagado, mas eles deveriam falar o dia. Eu recebi de algumas secretarias e de outras não. Por isso, não adianta eu pagar um e deixar os outros para trás" afirmou.
Messias disse ainda, que procurou algumas secretarias nesta segunda-feira (25) para falar das notas e que a expectativa é que outros pagamentos caiam ainda hoje. "Eu liguei na Educação, para ver sobre a nota. Disseram que estão mexendo para poder pagar hoje." afirmou o empresário.
Já em relação ao décimo terceiro e ao FGTS, Messias afirma que não vem depositando os valores por conta da pandemia e que isso foi comunicado os colaboradores que concordaram com a empresa pagar os valores a partir de março. "Qual é a empresa que nesta época de epidemia (pandemia), várias empresas não conseguiram pagar o FGTS ainda. O que eu combinei com as meninas, todas elas? Olha gente, a partir de fevereiro ou março eu consigo pagar o FGTS de vocês, até porque é pouquinho não é muito dinheiro." disse.
No ano passado, uma funcionária da mesma empresa procurou nossa equipe para relatar que não havia recebido seu acerto referente a sua demissão, além disso ela teria sido demitida por fazer cobranças em relação ao salário que estaria atrasado.
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