Uma ex-funcionária de uma empresa de Sapezal é investigada por suspeita de subtrair aproximadamente R$ 42 mil do caixa do estabelecimento. O caso foi registrado na Polícia Civil no dia 30 de julho.
Conforme o boletim de ocorrência, a suspeita foi identificada como Geane Paola Pereira Batista, que trabalhava na empresa havia cerca de oito meses. Os responsáveis pelo estabelecimento teriam percebido a ausência do dinheiro e questionado a funcionária sobre os valores.
Ainda segundo o registro policial, Geane teria informado que vinha realizando transferências do dinheiro para uma conta bancária pessoal. A versão e a movimentação financeira deverão ser verificadas durante a investigação.
A proprietária da empresa afirmou ao Spz Online que as retiradas ocorreram durante aproximadamente um mês, em quantias diárias que variavam entre R$ 200 e R$ 300.
De acordo com a empresária, ao ser confrontada, a então funcionária teria admitido as retiradas, mas declarado que não possuía recursos para devolver o valor. A proprietária também relatou que o dinheiro teria sido utilizado em apostas on-line, na expectativa de obter ganhos e, posteriormente, repor o montante retirado.
As declarações da empresária sobre a frequência das retiradas, o valor total e a possível utilização do dinheiro em apostas integram a versão apresentada pela parte comunicante e ainda deverão ser apuradas pela Polícia Civil.
O boletim também relata que, durante a conversa no estabelecimento, Geane entrou em contato com uma pessoa conhecida e afirmou que estaria sendo mantida no local contra a própria vontade.
O representante da empresa negou a acusação. Segundo a versão registrada no documento, a ex-funcionária permaneceu em uma sala cuja porta fica fechada em razão de procedimentos internos relacionados ao funcionamento do caixa.
Quando a pessoa chamada pela suspeita chegou ao estabelecimento, as partes concordaram em seguir até a Delegacia de Polícia para registrar a ocorrência e prestar esclarecimentos.
O caso foi inicialmente registrado como furto consumado. A tipificação poderá ser alterada conforme o avanço da apuração. Até o momento, não há informação sobre indiciamento ou denúncia apresentada pelo Ministério Público.

Spz Online
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