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Domingo, 11 de Outubro 2026
Polícia

Empresário é indiciado por homicídio de ex-jogador da seleção brasileira de vôlei em Cuiabá

O crime ocorreu em 11 de julho, quando Everton foi atingido por seis disparos de arma de fogo, principalmente na cabeça, pescoço e costas, dentro de um veículo VW/Amarok, em Cuiabá.

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Por Spz Online
Empresário é indiciado por homicídio de ex-jogador da seleção brasileira de vôlei em Cuiabá
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O inquérito policial sobre a morte do ex-jogador da seleção brasileira de vôlei Everton Pereira Fagundes da Conceição, 46 anos, foi concluído, e o empresário Idirley Alves Pacheco, 40 anos, foi indiciado pelos crimes de homicídio qualificado, por meio cruel, e por recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa da vítima. As infrações preveem penas de 12 a 30 anos de reclusão.

O crime ocorreu em 11 de julho, quando Everton foi atingido por seis disparos de arma de fogo, principalmente na cabeça, pescoço e costas, dentro de um veículo VW/Amarok, em Cuiabá. Segundo as investigações, Idirley solicitou à vítima que o auxiliasse a guardar um veículo, e durante o deslocamento Everton foi rendido e, posteriormente, morto a tiros após um pequeno acidente de trânsito.

De acordo com o inquérito, o investigado teria um histórico de comportamento possessivo e ciumento em relação à ex-companheira, com quem Everton teria mantido um relacionamento recente. A ex-companheira já havia registrado boletim de ocorrência e solicitado medidas protetivas semanas antes do crime.

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A investigação apontou ainda que Idirley Pacheco descartou a arma utilizada no crime e reteve seu aparelho celular, além de ter realizado ligações a parentes da ex-companheira após o homicídio. Em depoimento, o indiciado confessou a prática do crime, mas negou que a motivação fosse passional, alegando supostas extorsões por parte da vítima, hipótese não confirmada pela apuração.

O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário, onde ficará à disposição do Ministério Público para análise e eventual oferecimento de denúncia. A Justiça também recebeu pedido de conversão da prisão temporária do investigado em prisão preventiva, garantindo que ele permaneça detido durante a fase processual.

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