Espaço para comunicar erros nesta postagem
Uma família do município de Sapezal vive dias de insegurança e trauma após a soltura de um homem de 42 anos, identificado pelo apelido de "Rabelo", acusado de estuprar uma menina de apenas oito anos.
O crime, que teria ocorrido durante um almoço de confraternização na residência do suspeito, gerou revolta e levou a família a buscar ajuda na capital para cobrar celeridade e rigor da Justiça.
De acordo com o relato da mãe da vítima ao programa Pop, da TV Cidade Verde, o crime aconteceu após o suspeito atrair a criança para o interior de sua residência sob o pretexto de ajudá-la a encontrar uma mamadeira. No local, o homem teria aumentado o volume do som para abafar possíveis pedidos de socorro e abusado sexualmente da menor.
A mãe detalhou que, após o ato, a criança foi ameaçada de morte caso relatasse o ocorrido. "Ele falou: 'não conta, porque senão eu vou matar você e sua mãe'", relembrou a mulher, visivelmente abalada.
Ainda segundo o depoimento, a menina conseguiu escapar e pediu ao pai para ir embora imediatamente. Pouco tempo depois, o suspeito teria pulado a grade da casa da família para perseguir a vítima. Ele foi surpreendido pela mãe no momento em que tentava retornar para sua propriedade, apresentando comportamento nervoso ao ser questionado sobre sua presença ali.
A Polícia Militar efetuou a prisão em flagrante no dia do ocorrido. No entanto, a família denuncia que o delegado de plantão na ocasião teria liberado o suspeito antes mesmo da conclusão do laudo de exame de corpo de delito e sem colher os depoimentos necessários.
Atualmente, o laudo pericial já atestou a consumação do estupro. Mesmo com a prova técnica e o histórico de ameaças — a mãe afirma que o suspeito anda armado —, o homem responde ao processo em liberdade.
"Destruiu a nossa família. Mudamos de casa por segurança e todos estamos em acompanhamento psicológico", desabafou a mãe durante a reportagem.
A defesa da família agora aguarda que a Justiça decrete a prisão preventiva do acusado. A assessoria jurídica do Grupo Cidade Verde ressaltou que a exibição da imagem do acusado visa garantir o acesso à informação e encorajar possíveis outras vítimas a realizarem denúncias anônimas.
Nossas notícias
no celular
Comentários