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A APAE de Sapezal divulgou uma nota oficial para esclarecer que a mulher presa pela Polícia Civil de Mato Grosso por suspeita de estelionato não possui qualquer vínculo com a instituição.
O esclarecimento foi publicado após a repercussão da notícia sobre a prisão em flagrante de uma mulher de 37 anos, identificada pelas iniciais A.C.C., suspeita de utilizar um comprovante falso de Pix para adquirir mercadorias avaliadas em R$ 4.346,60 em Sapezal.
Na nota, a APAE informou que a pessoa investigada não integra o quadro de colaboradores, voluntários, associados ou atendidos da entidade, e destacou que não há qualquer relação entre a instituição e os fatos apurados pela Polícia Civil.
A associação ressaltou ainda que atua de forma independente e reafirmou seu compromisso com a transparência, a ética e o atendimento às pessoas com deficiência e suas famílias.
A manifestação foi divulgada com o objetivo de evitar interpretações equivocadas e preservar a imagem da instituição diante da repercussão do caso.
Na reportagem anterior, o nome da APAE não havia sido mencionado. Ainda assim, a entidade optou por tornar público o esclarecimento para afastar qualquer associação indevida entre a instituição e a ocorrência policial.
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) é uma entidade filantrópica que presta atendimento nas áreas de educação, saúde e assistência social a pessoas com deficiência intelectual e múltipla.
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