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"Não há nenhum fiapo de prova, porque sou inocente" Diz Antônio Joaquim ao comemorar decisão do MPF

O MPF solicitou o arquivamento do inquérito que investigava suposta prática de lavagem de dinheiro

Thiago Bergamasco/TCE-MT
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O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) teve mais uma vitória na Justiça, o juiz da 5º Vara Federal de Mato Grosso, Jeferson Schneider, acolheu o parecer do Ministério Público Federal (MPF) e determinou o arquivamento do inquérito no qual o conselheiro era réu pela suposta prática de lavagem de dinheiro.

O referido inquérito apurava suposta irregularidade na venda de uma fazenda de Antônio Joaquim, no ano de 2012. “O conjunto probatório colhido no âmbito deste apuratório efetivamente não autoriza, por ora, a propositura da ação penal”, sustentou o juiz.

O pedido de arquivamento foi solicitado pela promotora do MPF, Valéria Siqueira em 28 de abril. O conselheiro sempre se declarou inocente das acusações.

O conselheiro comemorou a decisão através de suas redes sociais, na publicação ele afirmou estar feliz com a decisão e reiterou sua inocência. "Estou feliz, claro. Mais uma decisão judicial atestando o que tanto repeti nos últimos anos: que não há nenhum fiapo de prova, porque sou inocente." Escreveu.

Além dele, o nome da sua esposa também foi excluída do inquérito, com isso, eles ficam livres das acusações. "Nestas manchetes de ontem e hoje, uma decisão da 5ª Vara Federal de Mato Grosso que determinou a exclusão do meu nome e o da minha esposa do inquérito, e mandou arquivá-lo a pedido da Procuradoria da República - a quem competia apresentar denuncia, se houvesse qualquer fundamento."

 

 

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