As contas de campanha dos candidatos Claudio Scariote (Republicanos) e Mauro Galvão (PP), que foram eleitos nas eleições em Sapezal, foram impugnadas novamente. Outros dois pedidos de impugnação foram protocolados, o primeiro assinado pelo candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), o advogado Rafael Evangelista foi protocolado nesta terça-feira (26). Já o segundo pedido, assinado pelo advogado Paulo Grisoste, em nome das campanhas de Ronaldo Oliveira e Rafael Evangelista foi protocolado nesta quarta-feira (27).

Foi constatado que ambos os candidatos emitiram notas fiscais para pagar despesas de campanha após o dia da eleição, o que não é permitido pela lei. Além disso, algumas despesas não foram informadas corretamente nas contas originais. Por exemplo, o aluguel de equipamentos de comício, como climatizadores e palco, não foi corretamente declarado.

Outro problema encontrado foi o documento de assunção de dívidas, que deveria ser assinado pelo partido e pelos credores, mas não está devidamente assinado. Isso indica que o documento pode ter sido falsificado. A impugnação aponta que a falta de assinaturas e a falta de formalidade no processo violam as regras da Justiça Eleitoral.

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Se as irregularidades forem confirmadas, a diplomação dos candidatos pode ser anulada, o que significa que eles perderiam o direito de assumir o cargo. Além disso, eles poderiam ser impedidos de se candidatar nos próximos quatro anos.

A Justiça Eleitoral agora vai analisar o caso e decidir se as contas serão rejeitadas ou se outras medidas serão tomadas, como a cassação do registro de candidatura.