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Domingo, 25 de Outubro 2026
Polícia

Vereador de Cuiabá é denunciado por envolvimento com facção em esquema de lavagem de dinheiro e corrupção

O vereador chegou a ser detido em 20 de setembro durante a operação, mas foi liberado cinco dias depois mediante cumprimento de medidas cautelares impostas pela Justiça, incluindo o afastamento de seu cargo público na Câmara Municipal de Cuiabá e o uso de tornozeleira eletrônica. Ele também foi proibido de frequentar a Secretaria Municipal de Ordem Pública e Defesa Civil.

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Por Spz Online
Vereador de Cuiabá é denunciado por envolvimento com facção em esquema de lavagem de dinheiro e corrupção
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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) denunciou o vereador Paulo Henrique de Figueiredo (MDB) sob as acusações de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção. O vereador foi alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga uma facção criminosa suspeita de promover shows nacionais e realizar operações de lavagem de dinheiro em casas noturnas de Cuiabá.

A defesa de Paulo Henrique de Figueiredo ainda não se pronunciou. 

O vereador chegou a ser detido em 20 de setembro durante a operação, mas foi liberado cinco dias depois mediante cumprimento de medidas cautelares impostas pela Justiça, incluindo o afastamento de seu cargo público na Câmara Municipal de Cuiabá e o uso de tornozeleira eletrônica. Ele também foi proibido de frequentar a Secretaria Municipal de Ordem Pública e Defesa Civil.

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As investigações apontam que agentes públicos estariam envolvidos em um esquema para facilitar a concessão de licenças e alvarás para eventos promovidos pelo grupo investigado. Em troca, esses agentes receberiam pagamentos de integrantes da facção. Entre 2018 e 2022, o grupo teria movimentado cerca de R$ 79,1 milhões.

Em uma decisão anterior, em julho, 14 investigados no caso tornaram-se réus, e a Justiça pediu esclarecimentos ao Ministério Público do Estado sobre o motivo de Paulo Henrique de Figueiredo não ter sido incluído na denúncia à época.

A Operação Ragnatela, que cumpriu mais de 40 mandados de prisão e busca, iniciou sua primeira fase em junho deste ano e visa combater a maior facção criminosa de Mato Grosso, suspeita de financiar shows de artistas nacionalmente conhecidos em casas noturnas da capital.

 

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