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Da Redação
Após várias reclamações de pessoas que foram se vacinar com a primeira dose da vacina contra Covid-19 nesta terça-feira (26), em Sapezal, o secretário de Saúde, Ralph Neves Lima afirmou que não era esperado o grande número de pessoas que foram até o local de vacinação.
Foi anunciado na semana passada que nesta terça-feira e quarta-feira (27), adolescentes com idades entre 12 e 17 anos receberiam a primeira dose do imunizante, com isso, centenas de pessoas se aglomeraram em frente ao prédio da Secretaria Municipal de Saúde para receberem a vacina.
O grande número de pessoas causou alvoroço no local, já que de acordo com algumas pessoas que estiveram no local, a vacinação estaria desorganizada, muitas inclusive, desistiram de receber o imunizante.
Em entrevista para o jornalista Jean Borsatti na tarde desta terça-feira, o chefe da pasta negou que houvesse desorganização por parte da secretaria. Ralph explicou que o número de senhas havia sido limitado em 300 por dia e que foram divididos em dois locais para a aplicação da vacina.
O Centro Multidisciplinar ficou com a vacinação de jovens com idade acima de 18 anos e a Secretaria de Saúde seria o local para a vacinação dos adolescentes. "A população está ansiosa, tanto os adolescentes quanto o pessoal que ainda estava aguardando a primeira dose, no qual tinha um grande número. Só que todos apareceram de uma só vez." Afirmou.
Ao ser questionado se a presença maciça do público já não era esperada, o secretário afirmou que a secretaria já vinha fazendo a vacinação durante a semana e que após uma negociação com outros municípios, Sapezal conseguiu doses sobressalentes para realizar a vacinação do grupo até a próxima sexta-feira (29).
"Nós não esperávamos que que iria vir muita gente de fazenda que não vieram no mutirão, onde nós vacinamos mais de 4 mil pessoas. Então hoje, como é dia útil, nós dividimos em três dias e até estendemos o horário para as 19h, nós esperávamos que não iria dar todo esse fluxo de pessoas."
Segundo relatos de pessoas, uma criança chegou a passar mal na fila de espera e várias saíram se se vacinar.
Veja a entrevista na íntegra:
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