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Sexta-feira, 09 de Outubro 2026
Política

"A Seduc não pode tentar impor um modelo atrasado e contra pedagógico" Diz Lúdio Cabral sobre militarização de escolas públicas

Para o deputado, o modelo apresentado é atrasado e contra pedagógico, com isso, a comunidade escolar se mobilizou e conseguiu evitar que a unidade seguisse esse caminho.

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Por Spz Online
Assembleia Legislativa de MT
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O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) afirmou durante a Audiência Pública realizada na noite desta segunda-feira (23) na Escola Estadual Professora Adalgisa de Barros, em Várzea Grande, que a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) não pode tentar impor o modelo de militarização em unidades escolares.

Para o deputado, o modelo apresentado é atrasado e contra pedagógico, com isso, a comunidade escolar se mobilizou e conseguiu evitar que a unidade seguisse esse caminho. "A Seduc não pode tentar impor na marra, goela a baixo, um modelo atrasado e contra pedagógico que é esse modelo de militarização de escolas públicas." Declarou.

"Um exemplo da comunidade escolar, que mesmo com todo o atropelo se mobilizou e veio para a escola para evitar que fosse aprovada a militarização."

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Lúdio rebateu as críticas de pessoas favoráveis, nas quais afirmaram que os contrários a militarização estavam sendo truculentos. Para o deputado, o que houve foi uma resistência legitima da comunidade escolar diante do atropelo promovido pela Seduc, já que a audiência pública deveria ter sido presidida pelo Conselho de Deliberação Escolar, o que não aconteceu.

"A audiência pública deveria ter sido presidida pelo Conselho de Deliberação Escolar. Existe um conselho, esse conselho tem um presidente que é um pai de aluno. É o conselho que tem que coordenar a audiência pública e realizar a assembleia."

Ainda de acordo com Lúdio, a audiência que foi comandada por um cerimonialista foi feita de maneira acelerada deixando claro que era uma maneira para tentar aprovar a proposta no atropelo. "A audiência foi encaminhada para um rito acelerado, apenas a apresentação da tal proposta de militarização e depois uma votação por aclamação. A comunidade quando viu isso percebeu que era um movimento para tentar aprovar no atropelo, e resistiu." Disse.

Após uma audiência pública bastante tumultuada, a comunidade escolar conseguiu evitar que a proposta de militarização da unidade escolar fosse seguida adiante.

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