Da Redação
Após uma servidora da Câmara Municipal de Sapezal ter acusado a Mesa Diretora da casa de assédio moral, injúria e constrangimento por supostamente ter sido acusada do roubo de um notebook, os vereadores se manifestaram sobre o ocorrido.
Nossa equipe procurou um dos vereadores envolvidos, ele afirmou que de fato houve a conversa, porém a nenhum momento houve acusação por parte dos vereadores contra a servidora, além disso, ela que teria se prontificado em apresentar as notas fiscais do equipamento mesmo com a advogada afirmando que não teria a necessidade.
Por meio de nota, os membros da Mesa Diretora repudiaram as afirmações da servidora que teriam sido "claramente manipuladas", além disso, os envolvidos se colocaram a disposição para colaborar com as investigações e que existem fartas documentações que provam o contrário. "OS membros da Mesa Diretora repudiam os fatos claramente manipulados, lamentando mais que de maneira ímpar. Irá colaborar com a investigação e dar AMPLO E IRRESTRITO ACESSO aos órgãos de investigação e ao MP, bem como a população geral com farta documentação”
Entenda o caso
De acordo com as informações divulgadas inicialmente pelo site O Mato Grosso, a controladora interna da Casa de Leis teria elaborado um documento solicitando a apuração de uma visita do ex-presidente da Câmara, Osmar Favini. Segundo consta no documento, o vereador teria realizado uma visita e ao sair estaria levando consigo uma caixa de notebook.
Após a solicitação, a servidora que trabalha na repartição desde 2001 teria sido chamada na sala da presidência no último dia 12 de março, onde foi questionada sobre a caixa que teria sido entregue por ela ao ex-vereador. A referida servidora, após a reunião registrou um boletim de ocorrência onde acusa a presidente Zildinei Panta (PL), o primeiro secretário, Ailton Monteiro (PSL) e o vice-presidente, Márcio Luiz (PSL) de terem lhe constrangido.
O referido boletim narra ainda que após ser questionada quanto a caixa, a servidora explicou que se tratava de um, dos dois computadores que a mesma teria comprado para uso pessoal de seu filho. O ex-vereador então faria o favor de levar o equipamento para o filho, já que o mesmo iria para Cuiabá. “Quando falei que se tratava de um, dos dois computadores Notbooks que comprei e foi entregue ao senhor Osmar, que estava indo para Cuiabá, fazer o favor de levar para o meu filho, que começou um curso universitário na Capital, eles ainda assim, questionaram se eu teria como provar a compra do aparelho, quando me deparei com a pior situação de constrangimento de minha vida”, relatou D.L constrangida com a suspeita de roubo." Afirmou.
A servidora manifestou interesse em representar contra os três vereadores e a controladora interna, as acusações vão de constrangimento ilícito a injúria.

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