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A Força-Tarefa Ambiental do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) iniciou a Operação Desbaste para reprimir uma organização criminosa envolvida em delitos ambientais em Mato Grosso. A operação envolve 37 ordens judiciais, incluindo mandados de busca e apreensão e medidas cautelares. Servidores públicos foram afastados pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) em apoio às investigações.
Os mandados estão sendo cumpridos em várias cidades, com alvos relacionados à gestão florestal e fraudes em licenciamentos e sistemas de controle ambiental. A organização criminosa também é acusada de lavagem de dinheiro e desmatamento ilegal, principalmente na floresta amazônica. Engenheiros, agentes públicos e empresários estão envolvidos no esquema.
Os investigados enfrentam acusações que incluem organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e corrupção. O inquérito está sob sigilo judicial. A operação Desbaste é uma colaboração entre várias agências, incluindo Polícia Civil, Ministério Público, Polícia Militar e outros órgãos. A Sema também adotou novos procedimentos para explorações florestais a fim de aprimorar o controle e evitar futuras fraudes.
A operação recebeu o nome "Desbaste" devido à necessidade de cortar as atividades criminosas, assim como o corte técnico em árvores para seu crescimento saudável.
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