Da Redação

Na última sexta-feira (06) foi lançada em todo o Brasil a campanha denominada Agosto Lilás que visa o enfrentamento da violência doméstica  e familiar contra a mulher.

Instituída por meio da Lei Estadual nº 4.969/2016, com objetivo de intensificar a divulgação da Lei Maria da Penha, sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre o necessário fim da violência contra a mulher, divulgar os serviços especializados da rede de atendimento à mulher em situação de violência e os mecanismos de denúncia existentes.

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A campanha nasceu em 2016, idealizada pela Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SPPM), para comemorar os 10 anos da Lei Maria da Penha, reunindo diversos parceiros governamentais e não-governamentais, prevendo ações de mobilização, palestras e rodas de conversa – e desde então vem se fortalecendo e consolidando como uma grande campanha da sociedade no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, que já alcançou um público aproximado de 419.404 pessoas em todo o Estado, de 2016 a 2020.

Em Sapezal a iniciativa foi da Guarda Municipal com apoio da Secretaria de Administração, Secretaria de Assistência Social e Cidadania, Polícia Militar (PM, Polícia Judiciária Civil (PJC), Guarda Mirim, Fórum da Comarca de Sapezal, Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) e da Câmara Municipal.

Em todo o mês de agosto serão realizadas ações para orientar e prevenir sobre a violência contra a mulher. Entre as ações programadas estão palestras, blitz educativas, etc. 

Os locais onde serão realizadas as ações são em creches, escolas municipais e nas secretarias de Educação e Saúde do município. No dia do lançamento, foi realizada uma blitz educativa com o objetivo de orientar a sociedade sobre o "Sinal Vermelho" que visa ajudar mulheres a denunciar de forma segura sem precisar se deslocar até a delegacia.

A ideia do "Sinal Vermelho" consiste em a vítima de violência desenhar na palma da mão um X vermelho que indicará que a mesma precisa de ajuda.

Na prática, se a mulher for até uma repartição pública ou entidade privada participante e mostrar um “X” escrito na palma da mão, se possível, em vermelho, os funcionários deverão adotar procedimentos para encaminhar a vítima a atendimento especializado na localidade. O texto prevê a realização de campanhas para divulgar o programa.